
Óleo para moto: qual usar e quando trocar
Viscosidade, JASO, tipos de óleo e intervalos de troca.
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Do virabrequim ao TWI: 353 termos de peças, mecânica, pneus, elétrica, equipamentos, documentos e pilotagem, explicados em linguagem simples.
353 termos
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Perguntar no WhatsAppSistema antitravamento que alivia e reaplica a frenagem para a roda não travar em freadas fortes.
Autorização para Conduzir Ciclomotor, documento para quem pilota ciclomotores.
Comando que enriquece a mistura para ajudar a partida com o motor frio em motos com carburador.
Dispositivo que dispara uma sirene e pode bloquear a partida em tentativas de furto.
Lâminas na parte externa do cilindro e do cabeçote que aumentam a área de contato com o ar e ajudam a resfriar motores refrigerados a ar.
Bolsas laterais presas à traseira da moto, comuns em viagens e motos custom.
Período inicial de uso de uma moto ou de um motor retificado, com rotações moderadas conforme o manual.
Componente que controla a velocidade de compressão e retorno da mola.
Amortecedor que reduz oscilações do guidão em alta velocidade ou pisos irregulares.
Anéis instalados no pistão que vedam a câmara de combustão e controlam o óleo nas paredes do cilindro. Gastos, causam fumaça azul e consumo de óleo.
Haste instalada no guidão que protege o motociclista de linhas de pipa com cerol.
Classificação de desempenho de óleos do American Petroleum Institute, como API SL.
Quando o pneu perde contato com o asfalto por uma lâmina de água. Sulcos gastos aumentam o risco.
Parte externa da roda onde o pneu é montado. O diâmetro é medido em polegadas.
Sistema em que o motor é resfriado pelo vento que passa pelas aletas. É o mais comum em motos de baixa cilindrada.
Sistema em que um líquido circula pelo motor e pelo radiador para controlar a temperatura. Comum em motos de média e alta cilindrada.
Período inicial em que pastilhas novas se ajustam ao disco. Pede frenagens suaves nos primeiros quilômetros.
Ligação ao negativo da bateria, também chamada de massa. Mau aterramento causa falhas elétricas.
Autorização para Transferência de Propriedade do Veículo em formato eletrônico, usada na venda da moto.
Suporte traseiro para carga ou base de baú. Tem limite de peso.
Braço que liga a roda traseira ao quadro e permite o movimento da suspensão.
Correção da distribuição de peso da roda com o pneu para evitar vibrações.
Alavanca que transmite o movimento do comando de válvulas para abrir as válvulas.
Assento do piloto e da garupa. Muitas motos guardam documentos e ferramentas embaixo dele.
Parte do pneu que toca o chão, com os sulcos.
Acumula energia para a partida e para o sistema elétrico. Dura em média de 2 a 3 anos.
Bateria muito leve e durável, que exige sistema de carga compatível.
Bateria livre de manutenção, que não precisa de reposição de líquido. A mais comum hoje.
Caixa rígida fixada no bagageiro para levar objetos e capacete. Também chamado de bauleto.
Nome popular de cada tubo da suspensão dianteira (garfo telescópico).
Garfo com a parte mais grossa em cima. Mais rígido, comum em motos esportivas e trail.
Motor com dois cilindros. Costuma ter funcionamento mais suave que o monocilíndrico.
Válvula eletrônica que pulveriza o combustível na quantidade certa em motos com injeção.
Peça que liga o pistão ao virabrequim, transformando o movimento de sobe e desce em rotação.
Moto trail de maior cilindrada, feita para viagens longas no asfalto e na terra.
Transforma a baixa tensão da moto na alta tensão da faísca da vela.
Peça que controla o nível de combustível dentro do carburador.
Em motores refrigerados a líquido, faz o líquido de arrefecimento circular entre o motor e o radiador.
Bomba elétrica, dentro do tanque, que envia combustível sob pressão ao bico injetor.
Bomba que faz o óleo circular pelo motor, levando lubrificação às partes móveis.
Depósito pastoso formado por óleo velho e resíduos. Entope passagens e desgasta o motor.
Coxins de borracha no cubo da roda traseira que suavizam os trancos da transmissão.
Calçado com reforços no tornozelo, na canela e no bico para proteger os pés.
Botão no punho direito que aciona o motor de partida.
Buchas ou rolamentos no eixo da balança. Gastos, causam folga na traseira.
Parafuso na parte de baixo do motor por onde o óleo usado é drenado na troca.
Aviso sonoro obrigatório para alertar pedestres e outros veículos.
Parte superior do motor, onde ficam as válvulas, a vela e, em muitos motores, o comando de válvulas.
Cabo que liga o manete esquerdo à embreagem. Precisa de folga correta.
Cabo que liga o punho do acelerador ao carburador ou ao corpo de borboleta.
Conector que liga o cabo de ignição à vela. Mal encaixado, causa falhas.
Conjunto de rolamentos na coluna do garfo que permite o guidão girar.
Compartimento que abriga o filtro de ar e direciona o ar limpo para o motor.
Ajuste da pressão do pneu conforme o manual, sempre com o pneu frio.
Tubo de borracha dentro do pneu que segura o ar em rodas que não são vedadas.
Conjunto de engrenagens que permite escolher as marchas.
Revestimento interno do cilindro por onde o pistão desliza. Pode ser retificado quando se desgasta.
Roupa impermeável própria para moto, de preferência com faixas refletivas.
Equipamento obrigatório que protege a cabeça. Precisa ter o selo do Inmetro.
Capacete sem queixeira, também chamado de jet. Leve e ventilado, indicado para uso urbano.
Capacete com queixeira que levanta. Deve ser usado fechado ao rodar.
Capacete integral, com queixeira fixa. Oferece mais proteção.
Quantidade de energia que a bateria armazena, em ampère-hora.
Peça que mistura ar e combustível em motos sem injeção eletrônica.
Estrutura interna de lonas que dá resistência e forma ao pneu.
Transmissão por eixo, em vez de corrente, usada em algumas motos de viagem. Exige pouca manutenção.
Peças plásticas que cobrem e protegem partes da moto e melhoram a aerodinâmica.
Carcaça inferior do motor que abriga o virabrequim e armazena o óleo.
Componente no escapamento que reduz a emissão de gases poluentes.
Suporte que apoia a moto na vertical, com a roda traseira fora do chão.
Freio combinado: ao acionar o pedal, parte da força vai também para o freio dianteiro.
Módulo que controla o momento da faísca em muitas motos com ignição eletrônica.
Ajuste da tensão dos raios para deixar o aro alinhado.
Computador que comanda injeção e ignição em motos injetadas, com base nos sensores.
Chave que liga o sistema elétrico e, em geral, também trava a direção.
Conjunto de fios e conectores que liga toda a parte elétrica da moto.
Veículo de duas ou três rodas com motor de até 50 cc e velocidade máxima de 50 km/h.
Volume total que os pistões deslocam dentro dos cilindros, medido em centímetros cúbicos (cc). Uma moto 160 tem cerca de 160 cc.
Tubo dentro do qual o pistão sobe e desce e onde acontece a combustão.
Bomba acionada pelo manete ou pedal que pressuriza o fluido do freio hidráulico.
Habilitação necessária para pilotar motocicletas.
Código na lateral do pneu cujos quatro últimos números indicam semana e ano de fabricação.
Colete com faixas retrorrefletivas que aumenta a visibilidade, exigido de quem faz motofrete.
Duto que leva a mistura de ar e combustível até o cabeçote.
Tubo que sai do cabeçote e conduz os gases queimados até o silenciador.
Interruptor no punho esquerdo para farol baixo, alto e lampejo.
Eixo com ressaltos (cames) que abre e fecha as válvulas no momento certo.
Pressão que a mistura atinge quando o pistão sobe. O teste de compressão ajuda a avaliar anéis, válvulas e junta do cabeçote.
Movimento em que a suspensão afunda ao passar em um obstáculo ou ao frear.
Instrumento que mostra a rotação do motor em rpm.
Técnica de empurrar levemente o guidão para o lado da curva para inclinar a moto com mais rapidez.
Engrenagem grande presa à roda traseira que recebe a força da corrente.
Peça da injeção eletrônica com uma válvula (borboleta) que controla a entrada de ar conforme o acelerador.
Correia que transmite a força nas scooters com câmbio automático. Tem prazo de troca.
Corrente interna que sincroniza o virabrequim com o comando de válvulas.
Corrente que liga o pinhão à coroa e leva a força do motor à roda.
Interruptor vermelho no punho direito que desliga o motor. Na posição errada, a moto não liga.
Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo, o documento de porte obrigatório, hoje também em versão digital.
Centro da roda, onde ficam os rolamentos e o eixo.
Distância total que a suspensão pode percorrer.
Contato indevido entre fios que desvia a corrente e queima fusíveis ou componentes.
Moto de estilo clássico, com banco baixo e posição de pilotagem relaxada.
Transmissão continuamente variável: câmbio automático por polias e correia, típico das scooters.
Apoio lateral para estacionar a moto inclinada.
Produto que solta peças presas e limpa. Não substitui um lubrificante.
Avaliação técnica que identifica a causa de um problema antes de trocar peças.
Disco metálico preso à roda contra o qual as pastilhas fazem atrito.
Disco com a pista de frenagem separada do miolo, o que reduz empenamento por calor.
Discos de fricção que, pressionados, ligam o motor à transmissão. Gastos, fazem a embreagem patinar.
Sigla de duplo comando de válvulas no cabeçote: um eixo para as válvulas de admissão e outro para as de escape.
Eixo com contrapeso que reduz as vibrações do motor.
Eixo que prende a roda ao garfo ou à balança.
Ponta metálica da vela onde salta a faísca.
Elo que fecha a corrente. Pode ser de trava (clipe) ou rebitado.
Sistema que liga e desliga o motor da transmissão para trocar marchas e arrancar.
Embreagem que trabalha mergulhada no óleo do motor. Por isso a moto precisa de óleo com especificação JASO MA ou MA2.
Embreagem que se acopla sozinha com o aumento da rotação. Usada em scooters e em algumas motonetas.
Mecanismo que acopla o motor de partida ao motor e se solta quando ele pega.
Embreagem que patina de propósito em reduções bruscas, evitando que a roda traseira trave.
Fecho de capacete com encaixe dentado, prático e de ajuste fino.
Conjunto que conduz os gases para fora do motor, reduz o ruído e, com o catalisador, as emissões.
Peças de carvão que conduzem corrente ao motor de partida. Gastas, deixam a partida fraca.
Medida gravada no disco abaixo da qual ele precisa ser trocado.
Moto com carenagem completa e posição de pilotagem inclinada para a frente.
Conjunto de bobinas que gera a energia da moto e carrega a bateria.
Ajuste no eixo traseiro que regula a folga da corrente.
Combustível de origem vegetal que pode ser usado em motos flex.
Feixe de luz do farol. Deve ser regulado para iluminar a via sem ofuscar quem vem no sentido contrário.
Luz dianteira com facho baixo e alto.
Filtro de óleo que separa as impurezas pela rotação. Comum em motos de baixa cilindrada.
Elemento que retém poeira e impurezas antes que o ar entre no motor.
Filtro que retém a sujeira do combustível antes do carburador ou do bico injetor.
Retém as impurezas que circulam com o óleo do motor.
Quando a suspensão chega ao limite e bate seco.
Fita que protege a câmara das pontas dos raios.
Moto que funciona com gasolina, etanol ou qualquer mistura dos dois.
Mangueira que leva o fluido do cilindro mestre até a pinça.
Líquido que transmite a força do manete ou pedal até a pinça. Deve ser trocado a cada 1 a 2 anos.
Espaço ou movimento livre entre peças, como em cabos, corrente e válvulas. Deve seguir o manual.
Movimento vertical livre da corrente. Deve seguir a medida do manual.
Pequeno espaço entre o mecanismo de acionamento e a válvula. Precisa ser regulado conforme o manual; fora da medida, causa ruído ou perda de desempenho.
Espuma interna que dá conforto e ajuste. Em muitos modelos, é removível e lavável.
Freio em que pastilhas pressionam um disco preso à roda.
Freio em que sapatas com lona se abrem contra a parte interna de um tambor.
Redução de velocidade provocada pelo próprio motor ao soltar o acelerador ou reduzir a marcha.
Peça que se rompe em caso de sobrecarga para proteger a fiação.
Suspensão dianteira formada pelas duas bengalas e pelas mesas.
Peça interna do câmbio que desloca as engrenagens para engatar cada marcha.
Passageiro que vai atrás do piloto. Também usa capacete e as pedaleiras traseiras.
Gasolina com aditivos detergentes que ajudam a manter limpos o sistema de alimentação e o motor.
Pequeno orifício calibrado do carburador que dosa o combustível. Entope com facilidade.
Capacidade da vela de dissipar calor. Deve ser o indicado pelo fabricante.
Lubrificante pastoso usado em rolamentos, eixos e articulações.
Vedação acima do retentor de bengala que impede a entrada de sujeira.
Peça que mantém a corrente alinhada com a coroa.
Barra de direção onde ficam manetes, punhos e comandos.
Mostra a quilometragem total da moto. Base para o plano de manutenção.
Contador de quilometragem que pode ser zerado, útil para medir consumo ou trechos.
Seta no braço do freio a tambor que mostra quando a lona chegou ao limite.
Mostra no painel qual marcha está engatada.
Número na lateral do pneu que indica o peso máximo que ele suporta.
Letra na lateral do pneu que indica a velocidade máxima suportada. P, por exemplo, é até 150 km/h.
Sistema que dosa o combustível por comando eletrônico, com base em sensores. Substituiu o carburador nas motos atuais.
Aparelho no capacete para conversar com a garupa ou ouvir o GPS.
Sensor no manete que, em muitas motos, só libera a partida com a embreagem acionada.
Sensor no manete e no pedal que acende a luz de freio.
Imposto estadual anual sobre a propriedade do veículo.
Jaqueta com proteções nos ombros e cotovelos e material resistente à abrasão.
Especificação de óleo para motos com embreagem banhada a óleo. Evita que a embreagem patine.
Especificação de óleo de menor atrito, usada em scooters com embreagem seca.
Peça de vedação colocada entre duas superfícies do motor para impedir vazamentos.
Junta entre o cilindro e o cabeçote que veda a câmara de combustão e as passagens de óleo.
Conjunto de coroa, pinhão e corrente. Deve ser trocado completo.
Tipo de lâmpada de farol muito comum em motos, com filamento de luz baixa e alta.
Lâmpada de diodos que consome muito menos energia e dura mais que a halógena.
Luz vermelha traseira que indica a presença da moto à noite.
Unidade de pressão mais usada na calibragem de pneus.
Renovação anual do registro da moto, feita após o pagamento de IPVA, taxas e multas.
Sistema de alavancas entre a balança e o monoamortecedor que torna a suspensão progressiva.
Mistura de água e aditivo que circula nos motores refrigerados a líquido.
Material de fricção das sapatas do freio a tambor.
Produto próprio para correntes, que adere aos elos e não é arremessado.
Unidade que mede a quantidade de luz emitida por uma lâmpada.
Luvas com reforço na palma e nos dedos, que protegem as mãos e melhoram o controle.
Luz vermelha que acende com mais intensidade ao frear.
Luz de anomalia no painel que indica falha registrada pela central de injeção.
Luz verde que indica o câmbio em ponto morto.
Luz de circulação diurna que deixa a moto mais visível durante o dia.
Luz que acende ao ligar a moto e deve apagar. Acesa rodando, indica falha no ABS.
Alavanca esquerda do guidão que aciona a embreagem.
Alavanca direita do guidão que aciona o freio dianteiro.
Revestimento de borracha dos punhos do guidão.
Livro do fabricante com especificações, intervalos de manutenção e cuidados da moto.
Reparo feito depois que a peça já falhou. Costuma sair mais caro que a preventiva.
Cuidados feitos antes da falha, nos intervalos do manual.
Indica o nível de combustível no tanque.
Cada relação de engrenagens do câmbio. Marchas baixas dão força; altas, velocidade.
Rotação em que o motor funciona sozinho, sem acelerar.
Números como 90/90-18: largura, perfil e aro. A medida certa está no manual.
Peças superior e inferior que prendem as bengalas à coluna de direção.
Instrumento de medida de alta precisão, usado, por exemplo, para medir a espessura do disco de freio.
Mistura com pouco combustível para a quantidade de ar. Aquece o motor e pode causar falhas.
Mistura com combustível em excesso. Aumenta o consumo, suja a vela e gera fumaça preta.
Elemento elástico que sustenta o peso da moto e absorve impactos.
Molas que pressionam os discos da embreagem. Fracas, fazem a embreagem patinar.
Suspensão traseira com um único amortecedor central.
Motor com um único cilindro. É o tipo mais comum nas motos de baixa cilindrada, como CG, Biz e Bros.
Transporte remunerado de mercadorias em moto. Tem regras próprias, com curso específico e equipamentos obrigatórios.
Veículo de duas rodas em que o condutor vai sentado, com estrutura mais simples, como a Biz.
Motor elétrico que gira o motor da moto para dar a partida.
Motor que completa o ciclo em uma volta do virabrequim. Usa óleo misturado ao combustível e é raro nas motos novas.
Motor que completa o ciclo (admissão, compressão, explosão e escape) em duas voltas do virabrequim. É o padrão das motos atuais.
Transporte remunerado de passageiros em moto, regulamentado pelos municípios.
Aparelho que mede tensão, corrente e resistência elétrica.
Moto sem carenagem, com motor e quadro aparentes. Também chamada de street.
Identificação gravada no quadro que deve conferir com o documento.
Identificação gravada no motor que deve conferir com o documento.
Índice de resistência do combustível à detonação. Use a indicada no manual.
Código da peça original do fabricante da moto. Ajuda a encontrar a reposição correta.
Óleo para motores dois tempos, misturado ao combustível ou dosado por bomba.
Óleo próprio da suspensão dianteira, com viscosidade específica.
Lubrifica, resfria e limpa as partes internas do motor.
Óleo refinado do petróleo, com intervalo de troca mais curto.
Mistura de bases mineral e sintética, com bom equilíbrio entre custo e proteção.
Óleo de base sintética com máxima proteção e estabilidade térmica.
Conjunto de mostradores e luzes de aviso à frente do piloto.
Instrumento para medir comprimentos, diâmetros e profundidades.
Peça transparente à frente do painel que desvia o vento do piloto. Também chamada de bolha.
Peça sobre a roda que segura respingos de água e lama.
Medida que define o tamanho dos elos, indicada por números como 428 ou 520.
Material de fricção que pressiona o disco para frear a moto.
Peça com a marca do fabricante da moto.
Peça compatível de outro fabricante, com qualidade que varia.
Pedal do lado esquerdo usado para trocar as marchas.
Pedal do lado direito que aciona o freio traseiro.
Apoio para os pés do piloto e da garupa.
Forma de pilotar que antecipa riscos e mantém distância e visibilidade.
Peça que abriga as pastilhas e os pistões e as pressiona contra o disco. Também chamada de cáliper.
Engrenagem pequena na saída do motor que movimenta a corrente.
Lente interna antiembaçante encaixada na viseira de alguns capacetes.
Pino que prende o pistão à biela.
Pinos em que a pinça desliza. Precisam de graxa específica para não travar.
Acionamento simultâneo das quatro setas para sinalizar uma parada ou emergência.
Peça que sobe e desce no cilindro e recebe a força da combustão.
Padrão atual de placa de veículos no Brasil, com QR Code e letras e números combinados.
Peça que, com as molas, pressiona os discos da embreagem.
Pneu para uso com câmara de ar.
Pneu com lonas cruzadas na carcaça. Comum em motos de baixa cilindrada.
Pneu para asfalto e terra, com blocos maiores que os do pneu urbano.
Pneu com lonas no sentido radial, indicado pela letra R na medida. Comum em motos maiores.
Pneu tubeless, que dispensa câmara em rodas vedadas.
Polia do câmbio CVT que muda de diâmetro conforme a rotação.
Área que o motorista de outro veículo não enxerga pelos espelhos.
Posição do câmbio sem marcha engatada, também chamada de neutro.
Posição mais alta que o pistão atinge no cilindro. É a referência para acertar o ponto do motor.
Capacidade do motor de realizar trabalho, medida em cavalos (cv). Está ligada à velocidade máxima.
Ajuste da compressão inicial da mola. Aumenta-se com garupa ou carga, conforme o manual.
Chapa sob o motor que o protege de pedras e impactos, comum em motos trail.
Proteção para as costas, usada dentro da jaqueta ou como colete.
Capa que cobre a corrente e evita que sujeira ou roupas encostem nela.
Peça que protege as mãos e os manetes do vento, de galhos e de quedas.
Estrutura tubular que protege motor e tanque em quedas em baixa velocidade.
Punho direito giratório que controla a aceleração. Deve voltar sozinho.
Estrutura principal da moto, onde se fixam motor, suspensões e demais peças. Também chamado de chassi.
Quadro tubular que envolve o motor por baixo. Comum em motos de baixa cilindrada.
Quadro formado por tubos triangulados, leve e rígido.
Carenagem da parte traseira, embaixo e atrás do banco.
Trocador de calor por onde passa o líquido de arrefecimento para ser resfriado pelo ar.
Haste metálica que liga o cubo ao aro nas rodas raiadas.
Aparelho com GPS que mostra a localização da moto, em geral por aplicativo.
Convocação do fabricante para corrigir gratuitamente um defeito de segurança.
Rede tipo aranha com ganchos para prender capacete, mochila e pequenos volumes.
Troca para uma marcha mais baixa para ganhar força ou usar o freio motor.
Transforma a energia do estator em corrente contínua e limita a tensão de carga da bateria.
Proporção entre os dentes do pinhão e da coroa. Muda a aceleração e a velocidade final.
Interruptor elétrico acionado por um sinal de baixa corrente.
Relé que libera a corrente alta da bateria para o motor de partida. Também chamado de automático de partida.
Relé que faz as setas piscarem no ritmo certo. LEDs exigem relé compatível.
Quantidade final de combustível no tanque. Rodar sempre na reserva prejudica a bomba em motos injetadas.
Pequeno recipiente no guidão ou no quadro com o fluido de freio e as marcas de nível.
Anéis (O-Ring, X-Ring ou Z-Ring) que vedam a lubrificação interna dos elos.
Vedação que mantém o óleo dentro da bengala. Vazando, pode contaminar o freio.
Serviço de usinagem que recupera cilindro, virabrequim ou cabeçote desgastados.
Movimento em que a suspensão volta à posição depois de comprimir.
Espelho de visão traseira. A moto precisa de retrovisores dos dois lados.
Conferência periódica dos sistemas da moto, nos marcos de quilometragem do manual.
Roda fundida em liga metálica, geralmente preparada para pneu sem câmara.
Anel com furos ou dentes, preso à roda, que o sensor do ABS lê para medir a rotação.
Roda com raios entre o cubo e o aro. Em geral usa câmara de ar.
Rolamento no cubo que permite a roda girar. Gasto, causa folga e zumbido.
Peças do câmbio CVT que, com a força centrífuga, fazem a polia mudar de diâmetro.
Rosca danificada por aperto excessivo ou ferramenta errada. Evitada com torquímetro.
Número de voltas que o virabrequim dá por minuto.
Ferramenta que remove o núcleo da válvula do pneu.
Classificação de viscosidade dos óleos, como 10W30 e 20W50.
Procedimento que retira o ar do sistema de freio hidráulico.
Peça em forma de meia-lua que leva a lona no freio a tambor.
Aparelho que lê as falhas registradas pela central de injeção.
Moto com câmbio automático, plataforma para os pés e carenagem que protege as pernas.
Gel aplicado dentro do pneu que veda automaticamente furos pequenos.
Certificação obrigatória que garante que o capacete passou pelos testes de segurança.
Sensor que informa à central de injeção o quanto o acelerador está aberto.
Sensor que informa a posição e a rotação do virabrequim à ignição ou à central.
Sensor que desliga o motor se o descanso estiver baixado com a marcha engatada.
Luz indicadora de direção, também chamada de pisca.
Parte final do escapamento que reduz o ruído. Também chamado de ponteira.
Peça resistente fixada no quadro que desliza em uma queda e protege a moto.
Sigla de comando único no cabeçote: um só eixo aciona as válvulas.
Sensor no escapamento que mede o oxigênio dos gases e ajuda a central a ajustar a mistura.
Parte traseira do quadro que sustenta o banco e a rabeta.
Canais da banda de rodagem que escoam a água.
Suporte fixado no guidão ou no retrovisor para usar o GPS. Alguns têm carregador.
Peça que fixa a placa e a iluminação da placa na traseira.
Borda do pneu que se apoia no aro e garante a fixação.
Peça do câmbio que comanda os garfos seletores a cada toque no pedal.
Tampa com respiro que fecha o tanque e evita vácuo durante o consumo do combustível.
Carenagem lateral que cobre bateria, filtro de ar ou parte elétrica.
Reservatório de combustível da moto.
Relação entre o volume do cilindro com o pistão embaixo e com o pistão em cima. Influencia potência e combustível indicado.
Tom da luz, medido em kelvin (K). Quanto maior, mais branca ou azulada a luz.
Tensão medida na bateria com o motor acelerado, em geral entre 13,5 e 14,5 V.
Peça que mantém a corrente de comando esticada. Quando falha, surge o barulho de “matraca” no cabeçote.
Haste que liga o pedal ao freio a tambor traseiro. Tem a porca de regulagem da folga.
Saída de energia para carregar o celular, instalada com fusível.
Registro que libera o combustível do tanque em motos carburadas, geralmente com posição de reserva.
Força de giro do motor, medida em kgf·m ou N·m. Torque alto em baixa rotação deixa a moto forte nas saídas e subidas.
Força correta de aperto de um parafuso, indicada pelo fabricante.
Chave que aplica o torque exato no aperto de parafusos.
Moto feita para viagens longas, com conforto, proteção contra o vento e espaço para bagagem.
Moto preparada para asfalto e terra, com suspensão de curso longo, como Bros e XRE.
Cadeado que prende o disco de freio e impede a roda de girar. Alguns modelos têm alarme.
Adesivo que impede que parafusos se soltem com a vibração.
Substituição do óleo do motor e, quando indicado, do filtro.
Parte cromada da bengala que desliza pelo retentor. Riscos e ferrugem estragam o retentor.
Peça que transmite o movimento do comando de válvulas até a válvula em alguns tipos de motor.
Indicador de desgaste: ressalto nos sulcos que marca o limite de uso do pneu.
Uso intenso (entregas, trânsito, calor, poeira) que exige intervalos de troca menores.
Válvula que se abre para a mistura de ar e combustível entrar no cilindro.
Válvula que se abre para os gases queimados saírem do cilindro.
Bico por onde se enche o pneu, com um núcleo que segura o ar.
Haste presa à tampa do óleo que mostra o nível. Algumas motos usam um visor na lateral do motor.
Gera a faísca que inflama a mistura de ar e combustível.
Instrumento que mostra a velocidade da moto.
Ventilador elétrico que força a passagem de ar pelo radiador quando a moto está parada ou lenta.
Eixo principal do motor que transforma o movimento do pistão em rotação. Também chamado de árvore de manivelas.
Resistência do óleo a escoar. No 20W50, o 20W é o comportamento frio e o 50, o quente.
Parte transparente do capacete que protege os olhos do vento, da chuva e de insetos.
Viseira transparente, indicada para uso de dia e à noite.
Viseira escurecida que reduz o brilho do sol. Só pode ser usada de dia.
Inspeção do veículo exigida em situações como transferência ou alteração de características.
Superfície da pastilha endurecida pelo calor, que reduz o atrito e causa chiado.
Peça que gira presa ao virabrequim e, com ímãs, ajuda a gerar energia no estator.

Viscosidade, JASO, tipos de óleo e intervalos de troca.
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Os números na lateral dizem tudo sobre o pneu. Entenda cada um e compre a medida certa.
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Corrente esticada, dentes em gancho e trancos na transmissão: os sinais de que coroa, pinhão e corrente chegaram ao fim.
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Falar com a Bia